“É um documento sem ambição e ao mesmo tempo
sem substância. Não diz quanto vai custar e de onde virão os recursos (...).
Fala no pré-sal como a salvação da Pátria Educadora. Mostra que o autor do
documento não conhece a realidade”, disse o senador Cristovam Buarque
(PDT-DF) sobre o documento do ministro-chefe da Secretaria de Assuntos
Estratégicos da Presidência da República (SAE), Mangabeira Unger, que aborda o
lema do governo “Pátria Educadora”
O senador Cristovam Buarque
(PDT-DF) criticou, na tarde desta quarta-feira (13/5), o documento do
ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da
República (SAE), Mangabeira Unger, que trata sobre o lema do governo “Pátria
Educadora”.
“É um
documento sem ambição e ao mesmo tempo sem substância. Não diz quanto vai
custar e de onde virão os recursos (...). Fala no pré-sal como a salvação da
Pátria Educadora. Mostra que o autor do documento não conhece a realidade”,
disse Cristovam, em discurso no Plenário do Senado.
Por
outro lado, o senador citou pontos positivos no documento: “Apesar disso, tem
algumas coisas positivas, como é o fato de reconhecer que precisamos ter um
papel maior do governo federal na realização da educação. É a citação, pela
primeira vez, de que é preciso alguma forma de federalização (...)”, disse o
senador pedetista, autor da Proposta de Emenda Constitucional que aumenta as
responsabilidades da União no financiamento da educação básica, conhecida como
PEC da Federalização.
“Outra
das boas coisas do documento é a antiga ideia da carreira nacional, a formação
de gestores escolares, a criação de escolas para gestores, a adoção de um
conjunto de escolas de referência “, acrescentou Cristovam.
Fonte: 247 - Brasília

