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A matemática do governo: Ex-governador Agnelo e ex-vice-governador Filippelli

O relatório da gestão de 2014 do ex-governador Agnelo Queiroz chegou ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) na última quinta-feira. 

Agora o relator do processo, conselheiro Paulo Tadeu, terá de analisar os números do último ano de mandato do petista, pedir diligências, se for preciso, e levar, em 60 dias, o parecer para votação no plenário. 

O cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) será analisado com lupa. Paulo Tadeu tem analisado números de 2011 e 2012, quando era o poderoso secretário de Governo da administração de Agnelo, como parâmetro para o que vem pela frente. Técnicos do TCDF já o informaram de que as finanças pioraram bastante nos dois últimos anos por causa dos reajustes salariais.

Mais uma guerra



A aprovação das contas de 2014 é a próxima batalha do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) e também do ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB). A eventual rejeição das finanças por parte do Tribunal de Contas do DF, com confirmação pela Câmara Legislativa, leva a oito anos de inelegibilidade de acordo com o que estabelece a Lei da Ficha Limpa.

Contra e a favor


O voto do conselheiro Paulo Tadeu nas contas do último ano de Agnelo Queiroz terá de passar pelo crivo dos mais críticos. Ex-petista, nomeado pelo antigo aliado, ele tem todos os motivos para adotar um tom político no parecer, tanto pela aprovação quanto pela reprovação. Por isso, garante que vai escolher o caminho técnico. Com a palavra os auditores do Tribunal de Contas do DF.


Fonte: Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Correio Braziliense

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