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Sindicato dos Professores: Categoria apreensiva

Anna Karoline Bezerra foi secretária de Imprensa de Rogério Rosso (PSD) e afirma que a gestão do ex-chefe deixou recursos em caixa — diferentemente do que afirma o secretário adjunto da pasta, Jacy Braga. 

Ela confirmou, contudo, que, no começo de 2011, Agnelo teve de complementar o pagamento dos professores com recursos do ano vigente. “Não há nenhuma anormalidade nisso. 

Deixamos dinheiro em caixa para o vencimento de diversos serviços. Talvez ele tenha usado verba do orçamento de 2011 para complementar esse valor e quitar os salários de dezembro do ano anterior, mais a antecipação de férias e o abono”, lembrou.


Valério Campos, ex-chefe de gabinete de Joaquim Roriz (PRTB),  também trabalhou com Maria de Lourdes Abadia (PSDB). Ele garante que os recursos sempre estiveram disponíveis ao sucessor. “Quando Cristovam Buarque (PDT) e José Roberto Arruda (PR) assumiram, havia verba destinada ao pagamento dos docentes”, recorda. 


A diretora do Sindicato dos Professores, Rosilene Corrêa (Foto), comentou a reunião com representantes da secretaria e da transição. “A categoria ficou muito preocupada com a declaração do governador eleito e procuramos os atuais e os futuros governantes para ter a garantia de pagamento e tranquilizar os colegas”, afirmou a sindicalista. 


Rosilene Corrêa recebeu a confirmação do pagamento. “Todos disseram que não há o risco de não recebermos o salário mais a antecipação de férias e o abono.”

Os gastos

As despesas do GDF com saúde e educação sem contar com os  recursos do Fundo Constitucional nos últimos cinco anos

Ano    Investimento


2010    R$ 2,9 bilhões 

2011    R$ 3,6 bilhões

2012    R$ 3,6 bilhões 

2013    R$ 4,4 bilhões 

2014    R$ 4,4 bilhões (até outubro)

2014    R$ 5,0 bilhões (previsão)


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Fonte: Correio Braziliense - 15/11/2014

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