A nova legislação prevê a criação de unidades móveis equipadas para realizar consultas médicas e odontológicas, exames clínicos, triagens e encaminhamentos para tratamento especializado diretamente nas escolas públicas da capital.
Ao celebrar a sanção da lei, Manzoni destacou a relação entre saúde e aprendizagem.
“Muitos dos nossos estudantes, às vezes, têm dificuldade no aprendizado porque não enxergam bem ou porque têm algum tipo de problema de saúde muito simples de ser resolvido e muito simples de ser prevenido.”
Segundo o parlamentar, a proposta busca levar atendimento preventivo até os alunos, facilitando o diagnóstico precoce de problemas que podem comprometer o desenvolvimento escolar.
“O projeto vai fazer com que carretas de saúde vão até as nossas escolas para realizarem exames, para prevenir essas enfermidades que atrapalham a aprendizagem e também para corrigir eventuais enfermidades, ou pela colocação de óculos ou por um tratamento dentário.”
A lei estabelece que a Carreta da Saúde na Escola tenha equipes multidisciplinares formadas por médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais e psicólogos. Entre os atendimentos previstos estão consultas de rotina, avaliação de peso e altura, aferição de pressão arterial, testes de visão, exames clínicos básicos e encaminhamento para exames especializados quando necessário.
Além do atendimento médico e odontológico, a iniciativa também prevê ações de educação em saúde voltadas à conscientização sobre alimentação saudável, higiene pessoal, prevenção de doenças e promoção do bem-estar físico e mental.
Os estudantes que necessitarem de tratamento especializado deverão ser encaminhados com prioridade para a rede pública de saúde do Distrito Federal. As famílias também deverão ser informadas e orientadas sobre o acompanhamento dos casos identificados.
Para Manzoni, a iniciativa representa um investimento no presente e no futuro dos estudantes da rede pública.
“A ideia é melhorar com isso a aprendizagem e a qualidade de vida dos nossos alunos. A gente sabe que isso tem repercussão no presente, no futuro também e nas famílias desses alunos.”

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