“O Brasil é mais democrático que os Estados Unidos”... A afirmação é absolutamente risível, mas tomou o noticiário do Grupo Globo. A imprensa fajuta, já faz tempo, acha que pode dizer qualquer coisa, partindo do seguinte: “Um estudo revela...” A Folha de S.Paulo costuma ir além e não se cansa de apostar num estratagema anedótico baseado em “diz leitor”... Quase nada dessa turma se sustenta, e é um desalento reconhecer que ainda existem leitores, ouvintes e espectadores dispostos a acreditar em narrativas tortas, enviesadas, mentirosas.
Não é jornalista aquele que abre mão da curiosidade, da desconfiança, das perguntas, de uma apuração profunda. Exibir um mapa múndi colorido conforme o grau de democracia de cada país, a partir de uma “pesquisa” totalmente obscura, chega a ser atitude criminosa. Não faz o menor sentido inventar uma gradação de cores como fez um instituto ligado à Universidade de Gotemburgo, na Suécia, para “indicar” o nível de liberdade de cada nação, se os “parâmetros” usados não têm qualquer base na realidade, nos fatos.
"Uma simples verificação dos financiadores da tal “pesquisa” seria suficiente para levantar sobre ela suspeitas graves"
Quanto mais intenso o vermelho usado no mapa, menos livre o país seria. Quanto mais forte o tom de azul, mais democrático. O Brasil foi pintado com um azul que indicaria um nível apenas abaixo da “democracia plena”. Os Estados Unidos receberam um cinza mais para o claro... E isso certamente se deu a partir de um desejo do responsável pelo “estudo”, Staffan Lindberg. Em 2024, esse enganador afirmou que os Estados Unidos não sobreviveriam a um segundo mandato de Donald Trump...
Uma simples verificação dos financiadores da tal “pesquisa” ligada à universidade sueca seria suficiente para levantar sobre ela suspeitas graves: Banco Mundial, Open Society, do bilionário George Soros, apoiador do que há de pior neste mundo, empresários ligados ao globalismo, a pautas identitárias, ao ecoterrorismo. E as tentativas de entender a metodologia do “estudo” dão em nada. Não há informações sobre isso. O que se sabe é que foram entrevistados “especialistas”... Quais? Impossível descobrir. É tudo sigiloso.
Só mesmo aqueles que dividem a humanidade, que chamam homem de mulher, que anunciam o fim do mundo para depois de amanhã, que acham que é preciso rasgar as leis para “salvar um país” podem dizer que o Brasil é mais democrático que os Estados Unidos. O totalitarismo woke age dessa forma, com base em mentiras, em narrativas insustentáveis. Infelizmente, do outro lado, ninguém faz nada... Podemos ter os nossos próprios estudos, feitos por gente séria, seguindo os métodos corretos? Podemos ter pesquisas apegadas ao mundo real? Quando os empresários, os bilionários conservadores vão entender que é primordial vencer a guerra cultural?



