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MPDFT deve recorrer para condenar Adriana Villela a 90 anos de prisão


MPDFT deve recorrer para condenar Adriana Villela a 90 anos de prisão. Se a defesa de Adriana Villela não ficou satisfeita com o resultado do julgamento desta semana, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) também não deve se conformar com a pena de 67 anos e seis meses de prisão. O promotor de Justiça Marcelo Leite disse que respeita o entendimento do juiz Paulo Giordano, mas pretende recorrer em um ponto da sentença. É que na aplicação da pena, o magistrado considerou que a morte da funcionária da casa, Francisca do Nascimento Silva, ocorreu em “continuidade delitiva”, ou seja, ocorreu no momento do crime sem ter sido planejada por Adriana como as outras duas, de José Guilherme Villela e Maria Villela. Por isso, a pena de 23 anos não foi somada ao total. O recurso do Ministério Público será interposto perante a 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do DF. Se for considerada procedente, a pena pode chegar a 90 anos. “A morte da Francisca ficou de graça”, afirma Leite.
Um crítico da Lava-Jato na corregedoria do CNMP
Há uma articulação em curso no Senado, sob o comando de aliados de Renan Calheiros (MDB-AL), para fazer do procurador Sebastião Caixeta (foto), do Ministério Público do Trabalho, corregedor nacional do Ministério Público. O conselheiro do CNMP é um crítico dos métodos da Operação Lava-Jato e pode ser um aliado na guerra contra o coordenador da força-tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol. A recondução de Caixeta saiu publicada quinta-feira no Diário Oficial da União. Enquanto isso, a indicação do nome mais competitivo, o do procurador Marcelo Weitzel Rabello de Souza, do Ministério Público Militar, está parada no Senado. Só deve sair quando Caixeta for eleito pelos colegas.
“O destino do Fundo Eleitoral está nas mãos do presidente Jair Bolsonaro. Votei contra para enterrar de vez a possibilidade de aumentar o fundão eleitoral. Deixar essa legislação passar é incoerente com o momento em que se discute uma dura reforma da Previdência” Senadora Leila Barros (PSB-DF), no Twitter
“Acho engraçado quando vejo quem usou e abusou do Fundo Eleitoral na campanha de 2018 fazer críticas e pregar o fim do Fundo. Isso soa como oportunismo eleitoral” Superintendente do Sebrae-DF, Valdir Oliveira, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do governo Rollemberg, que apoiou Leila

Ana Maria campos – Fotos: Minervino Junior/CB/D.A.Press – Iano Andrade/CB/D.A.Press – Arthur Menecal/CB/D.A.Press – Toninho Tavares/Agência Brasília – Correio Braziliense


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