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Como ficamos?

Parte dos brasileiros que pensam e que sempre foram avessos às aventuras e aos experimentalismos na administração pública sabem que se o país fosse uma empresa, já estaria em processo de liquidação extrajudicial ou com falência decretada. 

Desconfiados dos números apresentados pelo governo sobre a saúde financeira do país, depois de seguidos balanços maquiados e de escândalos rotineiros, muita gente começa a fazer as contas dos 12 anos de governo petista. Para um governo de bandeira vermelha, a conta espetada nas costas dos contribuintes também está no vermelho. 

Para um partido que abdicou de um projeto de governo por um projeto de poder, não poderia ser diferente. Qual o custo da proliferação desenfreada de sindicatos, ONGs e partidos políticos? Quanto tem custado para os brasileiros o perdão de dívidas dos países africanos comandados por ditadores longevos e sabidamente corruptos? 

Quanto têm custado os empréstimos e negócios secretos feitos com a ilha dos Castros? E quanto ao custo dos cartões corporativos usados e abusados e cujos valores aumentam a cada ano? Quanto tem custado, até agora, a razia feita nos fundos de pensão? E os custos com o reconhecimento da China como economia de mercado? A introdução desenfreada das culturas transgênicas, quanto nos custará? 

A modificação feita no estatuto do BNDES, permitindo que a instituição venha atuando para financiar ditaduras na América Latina, quanto tem custado? E quanto ao desmonte praticado nas empresas estatais, usadas para financiar partidos políticos, quanto tem custado? E quanto aos seguidos casos de corrupção, com a Petrobras à frente? Qual o custo desse megaescândalo? 

Para essas e outras perguntas, a resposta pode ser dada em centenas de bilhões de reais. Para as futuras gerações, o prejuízo certamente é incalculável.

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Por: Ari Cunha, com Circe Cunha - Coluna: Visto, lido e ouvido - Correio Braziliense - 18/11/2014

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