Próximo alvo
Além de tentarem afastar os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), os advogados dos réus da Operação Caixa de Pandora estão há meses numa briga jurídica para apontar a suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, titular da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF.
O magistrado condenou réus nas ações de improbidade administrativa, entre os quais José Roberto Arruda, a deputada Jaqueline Roriz (PMN) e parlamentares acusados de receber dinheiro em troca de apoio político. Até agora, a estratégia não deu certo. Mas a defesa não desistiu.
Novos argumentos estão sendo analisados. Na sexta-feira, durante audiência de um dos processos, Ciarlini saiu na defesa dos promotores.
Fonte: Ana Maria Campos e Helena Mader Correio Braziliense
Além de tentarem afastar os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), os advogados dos réus da Operação Caixa de Pandora estão há meses numa briga jurídica para apontar a suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, titular da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF.
O magistrado condenou réus nas ações de improbidade administrativa, entre os quais José Roberto Arruda, a deputada Jaqueline Roriz (PMN) e parlamentares acusados de receber dinheiro em troca de apoio político. Até agora, a estratégia não deu certo. Mas a defesa não desistiu.
Novos argumentos estão sendo analisados. Na sexta-feira, durante audiência de um dos processos, Ciarlini saiu na defesa dos promotores.
Fonte: Ana Maria Campos e Helena Mader Correio Braziliense

