Agnelo comunga na missa pelos 54 anos da cidade e ouve recados do arcebispo Marcony.
Em um discurso de menos de 10 minutos, o primeiro bispo brasiliense da Igreja, dom Marcony Ferreira, falou diretamente ao governador Agnelo Queiroz na manhã de ontem, durante a missa em homenagem aos 54 anos da capital federal. Acompanhado da mulher, Ilza, o chefe do Executivo local participou da celebração sentado na primeira fileira da Catedral. Ajoelhou, rezou, comungou e até participou do ofertório. “Querido Agnelo, todos nós temos desafios, mas, hoje, o senhor deve dizer a nossa cidade: ‘Coragem, alegrai-vos!’”, disse o bispo, usando trechos do Evangelho.
Embora tenha preservado o tom de acolhimento ao longo do sermão, dom Marcony não hesitou em dar recados ao governador e a sua equipe. “Poder é serviço. Que essa consciência paire sobre todas as secretarias”, disse o religioso, ao pedir que “os pequeninos, o Itapoã, o Sol Nascente e a Estrutural” não sejam esquecidos. Dom Marcony resgatou um pouco da história de Brasília ao relembrar as primeiras missas em solo candango e chamar a atenção para o título de “capital da esperança”.
Antes de concluir, a autoridade eclesial criticou políticos que não se comprometem com religião alguma, porque acreditam ser importante “estar bem com todos”. “Muitos estadistas caíram ao se esquecerem de Deus e da fé”, afirmou o bispo, sem perder a serenidade. Ao fim da cerimônia, com a igreja vazia — muitos fiéis tiveram dificuldades de acesso à Catedral —, dom Marcony foi ao encontro de Agnelo, que o abraçou. “Ele é querido de todos nós”, elogiou o governador.
Por: Diego Amorim - Correio Braziliense - 22/04/2014
Em um discurso de menos de 10 minutos, o primeiro bispo brasiliense da Igreja, dom Marcony Ferreira, falou diretamente ao governador Agnelo Queiroz na manhã de ontem, durante a missa em homenagem aos 54 anos da capital federal. Acompanhado da mulher, Ilza, o chefe do Executivo local participou da celebração sentado na primeira fileira da Catedral. Ajoelhou, rezou, comungou e até participou do ofertório. “Querido Agnelo, todos nós temos desafios, mas, hoje, o senhor deve dizer a nossa cidade: ‘Coragem, alegrai-vos!’”, disse o bispo, usando trechos do Evangelho.
Embora tenha preservado o tom de acolhimento ao longo do sermão, dom Marcony não hesitou em dar recados ao governador e a sua equipe. “Poder é serviço. Que essa consciência paire sobre todas as secretarias”, disse o religioso, ao pedir que “os pequeninos, o Itapoã, o Sol Nascente e a Estrutural” não sejam esquecidos. Dom Marcony resgatou um pouco da história de Brasília ao relembrar as primeiras missas em solo candango e chamar a atenção para o título de “capital da esperança”.
Antes de concluir, a autoridade eclesial criticou políticos que não se comprometem com religião alguma, porque acreditam ser importante “estar bem com todos”. “Muitos estadistas caíram ao se esquecerem de Deus e da fé”, afirmou o bispo, sem perder a serenidade. Ao fim da cerimônia, com a igreja vazia — muitos fiéis tiveram dificuldades de acesso à Catedral —, dom Marcony foi ao encontro de Agnelo, que o abraçou. “Ele é querido de todos nós”, elogiou o governador.
Por: Diego Amorim - Correio Braziliense - 22/04/2014

