Bia Kicis exalta Michelle e Celina Leão e defende a PM em motociata. Em ato de campanha, a deputada destacou a aliança com Michelle Bolsonaro e convocou apoiadores a multiplicarem votos para os candidatos da base conservadora
A deputada federal Bia Kicis (PL) convocou, neste sábado (3/10), na “Motociata da Liberdade” da governadora e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), apoiadores a multiplicarem votos na reta final da campanha, destacando a união do grupo político em torno das candidaturas conservadoras no DF.
Durante o discurso, a parlamentar enfatizou o fortalecimento da chapa com o engajamento da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e pregou o empenho conjunto do eleitorado na busca pela vitória nas urnas.
"A Michelle Bolsonaro pegou na mão da Celina, pegou na minha mão, e nós vamos chegar lá graças à força dessa mulher, a força dessa mulher e o nosso trabalho", afirmou a deputada federal. A parlamentar detalhou a orientação de voto da coligação para os cargos majoritários e proporcionais, destacando as candidaturas do PL, PP e Republicanos para consolidar a representação do segmento conservador.
A candidata acrescentou que a lista de votação para deputado distrital e federal abrange os postulantes do PL, do Republicanos, do PP e de toda a base aliada para avançar no pleito. Ao abordar os bastidores dos eventos de campanha, Bia Kicis relatou situações em que esteve pedindo votos para Celina e ressaltou que a mobilização popular passou a adotar de forma ampla o material da candidata.
"Ontem eu estava num evento pedindo voto para a Celina e me falaram 'não, aqui é Paula Belmonte', aí a Paula grava um vídeo com a Érika (Kokay) e, hoje, as pessoas me mandam a colinha com a Celina", destacou a parlamentar.
A articulação apresentada buscou demonstrar o alinhamento político das lideranças femininas e a unificação das diretrizes do eleitorado de direita na reta final da disputa. No encerramento de sua fala, a parlamentar fez uma defesa enfática das forças de segurança pública que atuam na capital federal, em referência ao acontecido nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. “A nossa PM não é bandida", declarou.
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