O GDF e os representantes dos trabalhadores da saúde e da
educação apostam na aprovação, pela Câmara Legislativa, de uma antecipação de
cerca de R$ 300 milhões em receitas orçamentárias para sanar os atrasos
salariais acumulados pelas duas categorias desde o ano passado. O presidente do
Sindicato dos Professores (Sinpro), Washington Dourado, e a do Sindicato dos
Funcionários da Saúde (Sindisaúde), Marli Rodrigues, procuraram os deputados distritais
esta semana para garantir a votação da proposta na próxima terça-feira, uma
semana antes do início dos trabalhos legislativos. A maioria dos parlamentares
concorda com a autoconvocação, que não provoca despesas extras aos cofres
públicos.
“Uma semana a menos nesta espera faz muita diferença para o servidor que está sem receber desde dezembro. É uma alternativa que pode evitar uma crise gigantesca, pois estamos dispostos a não iniciar o ano letivo em caso de descumprimento desse acordo”, afirma Dourado. As aulas na rede pública estão programadas para começarem em 23 de fevereiro. Para Marli, os deputados estão sensíveis à situação enfrentada pelos funcionários públicos. “Na saúde, o mais importante é pagar salários e reabastecer a rede para dar condições de atendimento à população. A questão salarial, na minha opinião, é a mais fácil de ser resolvida”, diz.
“Uma semana a menos nesta espera faz muita diferença para o servidor que está sem receber desde dezembro. É uma alternativa que pode evitar uma crise gigantesca, pois estamos dispostos a não iniciar o ano letivo em caso de descumprimento desse acordo”, afirma Dourado. As aulas na rede pública estão programadas para começarem em 23 de fevereiro. Para Marli, os deputados estão sensíveis à situação enfrentada pelos funcionários públicos. “Na saúde, o mais importante é pagar salários e reabastecer a rede para dar condições de atendimento à população. A questão salarial, na minha opinião, é a mais fácil de ser resolvida”, diz.
"A situação não é de normalidade e de regularidade. Todos estão conscientes disso. Vivemos um momento de crise financeira e social no DF”
Paola
Aires,
procuradora-geral do DF
procuradora-geral do DF
Por: Arthur Paganini - Correio Braziliense
