Para o Estado Brasileiro e, por extensão, para o governo, os eventos e fatos cotidianos de nossas vidas, das nossas cidades e principalmente de nossas instituições , uma vez registrados em imagens, ganham, o mundo.
Em linguagem universal, as imagens reproduzem com fidelidade as mazelas diárias, representadas pelo caos urbano em que estão mergulhadas as cidades e civilização tropical. O mundo todo assiste, ao vivo e a cores, a guerra constante entre policiais e traficantes nas favelas, os armamentos pesados, as escolas e o comércio fechados por ordem dos bandidos, as balas e os inocentes de sempre.
Como uma novela de horrores, o mundo assiste as hordas de mascarados destruindo o patrimônio público impunemente, queimando ônibus às centenas. O mundo assiste atônito, os principais líderes políticos indo, de punhos erguidos, orgulhosos, rumo aos presídios, o Congresso fechado, alheio e distante e os políticos, feitos milionários, relacionados na lista da Forbes. Mesmo não acreditando no que veem, os cidadãos do planeta se surpreende com nossas principais cidades tomadas por levas de viciados em crack, que feitos zumbis, vagam pelas ruas, repletas de prédios pichados e sujos.
As ruas e praças aparecem para mundo como são na verdade: perigosas, depredadas e abandonadas.
Em plena democracia. As imagens, muitas captadas pelo celular, mostram, aqui e ali, uma sociedade que agoniza e morre em frente aos hospitais que se recusam a atender os sem-convênios. Salvador Allende tinha razão quando dizia que "Não basta que todos sejam iguais perante a Lei. É preciso que a Lei seja igual perante todos."
Fonte: Blog do Ari Cunha - Correio Braziliense - 25/07/2014
Em linguagem universal, as imagens reproduzem com fidelidade as mazelas diárias, representadas pelo caos urbano em que estão mergulhadas as cidades e civilização tropical. O mundo todo assiste, ao vivo e a cores, a guerra constante entre policiais e traficantes nas favelas, os armamentos pesados, as escolas e o comércio fechados por ordem dos bandidos, as balas e os inocentes de sempre.
Como uma novela de horrores, o mundo assiste as hordas de mascarados destruindo o patrimônio público impunemente, queimando ônibus às centenas. O mundo assiste atônito, os principais líderes políticos indo, de punhos erguidos, orgulhosos, rumo aos presídios, o Congresso fechado, alheio e distante e os políticos, feitos milionários, relacionados na lista da Forbes. Mesmo não acreditando no que veem, os cidadãos do planeta se surpreende com nossas principais cidades tomadas por levas de viciados em crack, que feitos zumbis, vagam pelas ruas, repletas de prédios pichados e sujos.
As ruas e praças aparecem para mundo como são na verdade: perigosas, depredadas e abandonadas.
Em plena democracia. As imagens, muitas captadas pelo celular, mostram, aqui e ali, uma sociedade que agoniza e morre em frente aos hospitais que se recusam a atender os sem-convênios. Salvador Allende tinha razão quando dizia que "Não basta que todos sejam iguais perante a Lei. É preciso que a Lei seja igual perante todos."
Fonte: Blog do Ari Cunha - Correio Braziliense - 25/07/2014

