“Quando a maré baixa é que se vê quem estava nadando nu”.
Assim disse o megainvestidor, Warren Buffet. A situação retrata, com fidelidade, a conjuntura atual brasileira, depois de um período de relativa bonança econômica, que levaram os economistas internacionais a vaticinar que era chegada a hora de o país ocupar seu lugar entre as nações desenvolvidas do planeta Terra.
Obviamente, tais previsões se mostraram otimistas demais .
A situação atual amarga uma inflação que beira alcançando perto de dois dígitos ao ano, com um crescimento abaixo de 1%, e com uma espantosa dívida interna que ronda os R$ 2,12 trilhões.O Brasil está , literalmente, nu. Tal como no conto de Hans Christian Andersen , “ A roupa nova do rei”, durante mais de uma década, muita gente, incensada pela propaganda, pelo marketing massivos e pela contabilidade criativa ,acreditou que o país. Recolocado nos trilhos pelo Plano Real, seguia na linha rumo ao crescimento sustentável e duradouro.
O desvio para a esquerda populista, com a adoção de políticas econômicas calcadas no estímulo ao consumo, no distributismo irresponsável e na abominação de tudo o que diz respeito a racionalização de metas econômicas, colocou o país em alinhamento direto com nações e mercados em franca decadência social e econômica.
Como os números do mundo real não aceitam desaforos e
irresponsabilidades contábeis, eis que o Brasil regressa ao ponto de partida, com o próprio governo admitindo agora, sem mea culpa, que a economia brasileira ruma acelerada para a estação da recessão.
Nesta estação a locomotiva Brasil fica retida, com os passageiros presos em seu interior. Tudo parado, em ponto morto.
Blog do Ari Cunha, com Circe Cunha - Correio Braziliense - 24/07/2014
Assim disse o megainvestidor, Warren Buffet. A situação retrata, com fidelidade, a conjuntura atual brasileira, depois de um período de relativa bonança econômica, que levaram os economistas internacionais a vaticinar que era chegada a hora de o país ocupar seu lugar entre as nações desenvolvidas do planeta Terra.
Obviamente, tais previsões se mostraram otimistas demais .
A situação atual amarga uma inflação que beira alcançando perto de dois dígitos ao ano, com um crescimento abaixo de 1%, e com uma espantosa dívida interna que ronda os R$ 2,12 trilhões.O Brasil está , literalmente, nu. Tal como no conto de Hans Christian Andersen , “ A roupa nova do rei”, durante mais de uma década, muita gente, incensada pela propaganda, pelo marketing massivos e pela contabilidade criativa ,acreditou que o país. Recolocado nos trilhos pelo Plano Real, seguia na linha rumo ao crescimento sustentável e duradouro.
O desvio para a esquerda populista, com a adoção de políticas econômicas calcadas no estímulo ao consumo, no distributismo irresponsável e na abominação de tudo o que diz respeito a racionalização de metas econômicas, colocou o país em alinhamento direto com nações e mercados em franca decadência social e econômica.
Como os números do mundo real não aceitam desaforos e
irresponsabilidades contábeis, eis que o Brasil regressa ao ponto de partida, com o próprio governo admitindo agora, sem mea culpa, que a economia brasileira ruma acelerada para a estação da recessão.
Nesta estação a locomotiva Brasil fica retida, com os passageiros presos em seu interior. Tudo parado, em ponto morto.
Blog do Ari Cunha, com Circe Cunha - Correio Braziliense - 24/07/2014

