Rogério Rosso,
presidente regional do PSD
O PSD vai apoiar qual candidato ao governo?
Vamos travar as primeiras discussões na semana que vem. O primeiro ponto é decidir se o PSD terá ou não uma candidatura própria. No segundo momento, a discussão será, em não tendo uma candidatura própria, em qual delas o PSD vai se agregar. Entendemos que um projeto político se faz com a união de forças. Mas o PSD quer se colocar como um partido de propostas. Não temos nenhum limitador a nenhuma chapa colocada até agora, não temos nenhum veto. Não estamos fulanizando essa campanha, estamos avaliando e ouvindo.
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Não te constrange o fato de que a maioria
dos partidos o procura pelo tempo de tevê?
Não, isso é natural. Mas apresentamos as nossas diretrizes e, antes de conversar com qualquer candidato, nós colocamos as nossas propostas. São problemas que precisam ser enfrentados, como a questão do Entorno, da autonomia financeira das cidades, do modelo de gestão de saúde pública. Se esses aspectos não forem enfrentados, nossa qualidade de vida será pior a cada ano. Se nos enxergam como tempo de tevê, queremos que enxerguem nossas propostas para a cidade.
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Existe uma expectativa grande de que vocês apoiem
o senador Rollemberg (PSB), mas essa chapa pode inviabilizar
os planos de o PSD eleger um deputado federal. Isso vai contar na decisão final?
O PSD está deixando muito claro que, antes de qualquer cálculo matemático, vêm as propostas para um programa do governo. Temos que fortalecer o PSD nos quadros de federal e distrital e entendemos que será preciso ter uma aliança partidária para que a gente possa conquistar nossos objetivos. A chapa do Rodrigo e do Reguffe ainda está em contato com outros partidos, até 30 de junho, vários partidos podem se agregar. Essa configuração dos partidos hoje é uma indefinição absoluta.
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Dos cinco pré-candidatos
ao governo, qual é o melhor?
Todos têm pontos fracos e fortes e eu respeito todos eles. Eu trabalhei no governo Arruda e ele tem como vice a Liliane, que é minha amiga pessoal, filha do governador Roriz , que foi quem me introduziu na política. O Rollemberg tem uma excelente relação comigo, o Reguffe nem se fala. Entendo que o PSB tem uma visão do Entorno muito parecida com a do PSD. O Pitiman é um político em formação, mas que tem experiência acumulada e tem sido extremamente gentil nas tratativas. Com o Agnelo, tenho uma excelente relação. Nesses últimos três anos e meio, ninguém viu nenhuma linha minha criticando A ou B, apesar de ter recebido muitas críticas de personalidades de pessoas da coligação do Agnelo, mas não revidei. Minha visão política é de priorizar projetos em vez de ficar falando mal das pessoas.
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Fonte: Ana Maria Campos - Helena Mader - (Eixo Capital) Correio Braziliense - 25/05/2014
presidente regional do PSD
O PSD vai apoiar qual candidato ao governo?
Vamos travar as primeiras discussões na semana que vem. O primeiro ponto é decidir se o PSD terá ou não uma candidatura própria. No segundo momento, a discussão será, em não tendo uma candidatura própria, em qual delas o PSD vai se agregar. Entendemos que um projeto político se faz com a união de forças. Mas o PSD quer se colocar como um partido de propostas. Não temos nenhum limitador a nenhuma chapa colocada até agora, não temos nenhum veto. Não estamos fulanizando essa campanha, estamos avaliando e ouvindo.
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Não te constrange o fato de que a maioria
dos partidos o procura pelo tempo de tevê?
Não, isso é natural. Mas apresentamos as nossas diretrizes e, antes de conversar com qualquer candidato, nós colocamos as nossas propostas. São problemas que precisam ser enfrentados, como a questão do Entorno, da autonomia financeira das cidades, do modelo de gestão de saúde pública. Se esses aspectos não forem enfrentados, nossa qualidade de vida será pior a cada ano. Se nos enxergam como tempo de tevê, queremos que enxerguem nossas propostas para a cidade.
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Existe uma expectativa grande de que vocês apoiem
o senador Rollemberg (PSB), mas essa chapa pode inviabilizar
os planos de o PSD eleger um deputado federal. Isso vai contar na decisão final?
O PSD está deixando muito claro que, antes de qualquer cálculo matemático, vêm as propostas para um programa do governo. Temos que fortalecer o PSD nos quadros de federal e distrital e entendemos que será preciso ter uma aliança partidária para que a gente possa conquistar nossos objetivos. A chapa do Rodrigo e do Reguffe ainda está em contato com outros partidos, até 30 de junho, vários partidos podem se agregar. Essa configuração dos partidos hoje é uma indefinição absoluta.
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Dos cinco pré-candidatos
ao governo, qual é o melhor?
Todos têm pontos fracos e fortes e eu respeito todos eles. Eu trabalhei no governo Arruda e ele tem como vice a Liliane, que é minha amiga pessoal, filha do governador Roriz , que foi quem me introduziu na política. O Rollemberg tem uma excelente relação comigo, o Reguffe nem se fala. Entendo que o PSB tem uma visão do Entorno muito parecida com a do PSD. O Pitiman é um político em formação, mas que tem experiência acumulada e tem sido extremamente gentil nas tratativas. Com o Agnelo, tenho uma excelente relação. Nesses últimos três anos e meio, ninguém viu nenhuma linha minha criticando A ou B, apesar de ter recebido muitas críticas de personalidades de pessoas da coligação do Agnelo, mas não revidei. Minha visão política é de priorizar projetos em vez de ficar falando mal das pessoas.
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Fonte: Ana Maria Campos - Helena Mader - (Eixo Capital) Correio Braziliense - 25/05/2014

