Pesquisas mostram que se depender daquela parcela da população que não se deixa conduzir feito boiada rumo ao abatedouro, o Ministro do STF, Joaquim Barbosa pode ter a certeza que não está sozinho na sua luta , quase quixotesca, contra uma nomenklatura que vem assolando o país a mais de dez anos e que sem cerimônia insiste em se colocar acima das leis e das instituições.
Notícias de que a Polícia Federal vem investigando, à pedido do próprio Supremo Tribunal Federal, as ameaças de morte feitas ao presidente da Corte, colocam o país em suspense e ao mesmo tempo indignado com a audácia desse grupo.
De concreto, o que se apurou, até o momento, nos primeiros inquéritos abertos é que uma das ameaças veladas de morte foi feita pelo secretário de organização do diretório do PT e membro da Comissão de Ética no Rio Grande do Norte, Sérvolo Silva. Apanhados, pela enésima vez delinquindo, a ordem da direção partidária é fazer silêncio para a imprensa. Internamente, tanto o presidente da legenda como integrantes do diretório seguem fazendo ameaças ao ministro, ora culpando-o pela ordem de prisão contra Genoíno, ora acusando de autoritarismo por não conceder que José Dirceu trabalhe fora da prisão. Em qualquer um dos casos a decisão do ministro está claramente respaldada na chamada Lei de Execuções Penais e são absolutamente técnicas.
Dias atrás, o deputado Chico Vigilante do PT-DF, tomado pela indignação dos injustos, afirmou que visita os companheiros presos quando bem quiser, sem necessidade de autorização legal. A bravura, logicamente, está respaldada pela proteção dada seguidamente pelo Governador do DF aos presos ilustres, a quem inclusive já visitou em horário de expediente. Uma coisa é certa: a cada tentativa de intimidação, crescem no mesmo sentido a admiração da sociedade à Joaquim Barbosa por sua luta, que parece solitária, por um país decente. Ele não está só.
Fonte: Blog do Ari Cunha - Correio Braziliense - 14/05/2014
Notícias de que a Polícia Federal vem investigando, à pedido do próprio Supremo Tribunal Federal, as ameaças de morte feitas ao presidente da Corte, colocam o país em suspense e ao mesmo tempo indignado com a audácia desse grupo.
De concreto, o que se apurou, até o momento, nos primeiros inquéritos abertos é que uma das ameaças veladas de morte foi feita pelo secretário de organização do diretório do PT e membro da Comissão de Ética no Rio Grande do Norte, Sérvolo Silva. Apanhados, pela enésima vez delinquindo, a ordem da direção partidária é fazer silêncio para a imprensa. Internamente, tanto o presidente da legenda como integrantes do diretório seguem fazendo ameaças ao ministro, ora culpando-o pela ordem de prisão contra Genoíno, ora acusando de autoritarismo por não conceder que José Dirceu trabalhe fora da prisão. Em qualquer um dos casos a decisão do ministro está claramente respaldada na chamada Lei de Execuções Penais e são absolutamente técnicas.
Dias atrás, o deputado Chico Vigilante do PT-DF, tomado pela indignação dos injustos, afirmou que visita os companheiros presos quando bem quiser, sem necessidade de autorização legal. A bravura, logicamente, está respaldada pela proteção dada seguidamente pelo Governador do DF aos presos ilustres, a quem inclusive já visitou em horário de expediente. Uma coisa é certa: a cada tentativa de intimidação, crescem no mesmo sentido a admiração da sociedade à Joaquim Barbosa por sua luta, que parece solitária, por um país decente. Ele não está só.
Fonte: Blog do Ari Cunha - Correio Braziliense - 14/05/2014

