Após 18 anos no comando do Sindicato da Polícia Civil do DF, grupo ligado ao deputado distrital Wellington Luiz é derrotado nas urnas. Diretoria eleita defende a reaproximação com a base e menos vínculos políticos.
"É hora de rever algumas coisas, descansar e, se for o caso, voltar depois" Wellington Luiz, deputado distrital (PMDB).
"Embora defasado, o nosso salário é maior entre as polícias do Brasil" Ciro José de Freitas, atual presidente do Sinpol-DF
"É hora de rever algumas coisas, descansar e, se for o caso, voltar depois" Wellington Luiz, deputado distrital (PMDB).
"Embora defasado, o nosso salário é maior entre as polícias do Brasil" Ciro José de Freitas, atual presidente do Sinpol-DF
POR:ADRIANA BERNARDES - CORREIO BRAZILIENSE - 25/03
O presidente eleito do Sinpol, Rodrigo Franco, 44 anos, garante que não está ligado a nenhum grupo político nem pretende apoiar qualquer candidato nas próximas eleições. “Percebemos que o nosso sindicato se afastou muito da base e se aproximou muito do governo. Alguns diretores, inclusive, chegaram a ocupar cargos no Executivo. Esse é um movimento de base e é um desejo da categoria de que não haja essa aproximação”, explica Franco. Ele assume em 1º de maio e ficará à frente da entidade por três anos.
Entre as metas do novo grupo, está a valorização dos profissionais e melhores condições de trabalho. “A polícia vem sofrendo com a falta de efetivo. Está doente, física e mentalmente. Temos um grande número de policiais com restrição médica. Queremos resgatar a autoestima, a união, a força e a independência da nossa polícia”, defende Franco.
O atual presidente, Ciro José de Freitas, 48 anos, faz um balanço positivo da sua gestão frente à entidade. Entre as maiores conquistas, cita o aumento do efetivo, que estava congelado havia mais de 20 anos, e melhorias salariais. “Embora defasado, o nosso salário é maior entre as polícias do Brasil. E, a partir de março, será R$ 1,4 mil maior que o dos agentes da Polícia Federal. Só alçamos essa condição três vezes na história. Uma vez com Fábio (Barcelos), uma com Wellington (Luiz) e, agora, comigo”, disse.
Entre as metas do novo grupo, está a valorização dos profissionais e melhores condições de trabalho. “A polícia vem sofrendo com a falta de efetivo. Está doente, física e mentalmente. Temos um grande número de policiais com restrição médica. Queremos resgatar a autoestima, a união, a força e a independência da nossa polícia”, defende Franco.
O atual presidente, Ciro José de Freitas, 48 anos, faz um balanço positivo da sua gestão frente à entidade. Entre as maiores conquistas, cita o aumento do efetivo, que estava congelado havia mais de 20 anos, e melhorias salariais. “Embora defasado, o nosso salário é maior entre as polícias do Brasil. E, a partir de março, será R$ 1,4 mil maior que o dos agentes da Polícia Federal. Só alçamos essa condição três vezes na história. Uma vez com Fábio (Barcelos), uma com Wellington (Luiz) e, agora, comigo”, disse.

