"A corrupção não é invenção nacional, mas a impunidade é uma coisa bem brasileira" (Jô Soares)
Em outubro deste ano, o governo começou a discutir a forma de ocupação de uma área de 17 mil hectares, às margens da DF-140. O GDF quer construir, entre o Jardim Botânico e Santa Maria, um empreendimento habitacional que poderá abrigar até 900 mil pessoas, quatro vezes a população do Plano Piloto. O Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) mudou a destinação do terreno, que passou a ser uma zona urbana em 2009 e viu surgir a cobiça de empresários. A área é predominantemente privada e há mais de 300 investidores interessados em erguer prédios no local.
Do total, 12,5 mil hectares são edificáveis. A maior parte está nas mãos de Luiz Estevão de Oliveira Neto, dono de 2,6 mil hectares. Cerca de 20% é da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). O novo empreendimento será construído ao lado dos condomínios Santa Mônica, da JC Gontijo, em parceria com uma empreiteira de Minas Gerais, e Alphaville. Para a área, o governo estuda a possibilidade de permitir prédios de seis a 15 pavimentos, com predominância de habitações. As áreas residenciais e comerciais não serão divididas. O terreno fica próximo à natureza, a poucos quilômetros da Cachoeira do Tororó
(Correio Braziliense)
Em outubro deste ano, o governo começou a discutir a forma de ocupação de uma área de 17 mil hectares, às margens da DF-140. O GDF quer construir, entre o Jardim Botânico e Santa Maria, um empreendimento habitacional que poderá abrigar até 900 mil pessoas, quatro vezes a população do Plano Piloto. O Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) mudou a destinação do terreno, que passou a ser uma zona urbana em 2009 e viu surgir a cobiça de empresários. A área é predominantemente privada e há mais de 300 investidores interessados em erguer prédios no local.
Do total, 12,5 mil hectares são edificáveis. A maior parte está nas mãos de Luiz Estevão de Oliveira Neto, dono de 2,6 mil hectares. Cerca de 20% é da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). O novo empreendimento será construído ao lado dos condomínios Santa Mônica, da JC Gontijo, em parceria com uma empreiteira de Minas Gerais, e Alphaville. Para a área, o governo estuda a possibilidade de permitir prédios de seis a 15 pavimentos, com predominância de habitações. As áreas residenciais e comerciais não serão divididas. O terreno fica próximo à natureza, a poucos quilômetros da Cachoeira do Tororó
(Correio Braziliense)


Grilagem oficial, certo?
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